terça-feira, 20 de maio de 2014

Os desafios da administraçao do século XXI





Se atualizar é um dos grandes desafios da administração e seus gestores para que as organizaçoes permanesam ativas e lucrativas. Dentre os varios desafios do novo século destacam-se alguns como a globalização, a confiabilidade entre empresa e seus stakeholders, o controle de custos  e comportamento ético e a responsabilidade corporativa.
Contextualizamos a globalização como um fator necessário para o crescimento da empresa, uma vez que há uma quebra de barreiras entre pessoas e mercadorias, sendo causada pelos mais diferentes paises e seus mercados. A globalização nos dias atuais é vista como essencial mas não pode ser realizada as pressas. Para que tal passo seja tomado, a empresa deve seguir diversos passos, fazendo que essa opção seja pensada e incorporada por todas as áreas da organização. A globalização é facilitada e incentivada por paises onde a economia possui fortes pilares. Para os passo de se tornar global, a grande parte das empresas optam em seguir passos mais simples, investindo em locais que sejam geograficamente mais proximos e de maior facilidade de acesso, facilitando e também diminuindo custos no seu processo como um todo.
Sabendo que existe uma clara vantagem das organizaçoes que já estão estabelecidas em países ricos, para que exista essa diminuiçao da desvantagem por empresas menos forte, como as brasileiras, por exemplo, é preciso que se consolide parcerias e trocas entre diversas áreas, como no processo de logística e exportação. Além de incentivos governamentais seja na facilidade em se legalizar os processos ou então em incentivos para que tal processo ocorra.  
Já para se tornarem realmente competitivas no mercado, é de extrema precisão que invistam na obtenção e retenção de conhecimentos. Na atualidade, os recusos de tecnologia colaboram para que essas informaçoes sejam transferidas e compartilhadas de maneira eficiente e ficaz, garantinando a rapidez e exigindo certa agilidade das organizaçoes que buscam ser realmente competitivas no mercado. As organizaçoes, assim como seus colaboradores devem gerar conhecimento passível de transformação.
Empresas que buscam ser inovadoras, revolucionar a área em que atuam e que querem evitar cópias, devem estar atento as necessidades que as cercam e se armar de informaçoes, mantendo um ritmo intenso de inovação e produção. Para tal inovação é necessario diversas etapas, como , transformação de idéias, trabalho em equipe, colaboração e também confiança entre os stakeholders. Desse último item, pode se destacar a relação um pouco prejudicial das empresas que afetam os stakeholders pelo seu  egoísmo, oportunismo e outros diversos desvios dentro da organização. Para diminuir esses problemas, deve- se focar no fortalecimento de alianças, como também, nas responsabilidades e deveres éticos da organização.
Dentro também dos novos desafios dos gestores, é preciso também que os indivíduos sejam   independentes das organizações, sabendo que seu emprego não é algo permanentem e que na dinamica da empresa pode o perder. Por isso é preciso que o mesmo desenvolva competências-chaves e que podem se tornar mais um instrumento de mobilidade e também justificativa para o rompimento entre a empresa com o empregado.
A ética e a responsabilidade corporativa de uma empresa determina qual será o ciclo de vida da mesma: curta ou longa. No contexto, as relações com os stakeholders são de grande importancia, dentro e fora da empresa e uma maneira de evitar excessos seria proporcionar maior liberdade aos envolvidos em uma mesma decisao. Uma relacao quando equilibrada e forte, contribui para o crescimento e maximização de lucros de ambos os lados.  

Maria Clara Alcântara

Empresa Humanizada: é mesmo possível?





Em um mundo que vive no capitalismo selvagem, seus habitantes estão cada vez mais inseridos no american way of life, consumindo e também sempre em busca do melhor que a vida pode oferecer. Esse estilo de vida, que estabelece o consumo como bem estar, vem dominando a sociedade, que diversas vezes consome o que não precisa apenas para transparecer algo aos demais, em suma: vivem de aparência apenas para demonstarr status e assim passam a viver em função do consumo e impulsionar com mais força o capitalismo. As empresas também colaboram com esse estilo de vida, insentivando cada vez mais o consumo, despejando propaganda, coagindo a população a consumir, mesmo sem precisar. Fazendo assim maximizar seus lucros a qualquer custo.

Com isso então, a empresa precisa que seus funcionários atingam metas cada vez mais ferozes, fazendo que seus funcionários trabalhem de maneira muitas vezes exaustivas, não se preocupando com as consequências. Esse trabalho exaustivo muitas vezes pode gerar prejuizos para empresa, sendo contrário do que elas procuram, já que seus funcionários muitas vezes se sentem insatisfeitos, cansados e/ou deprimidos com seu trabalho e apenas não aguentam mais o ambiente que o trabalho oferece. Esses então sofrem desgastes físicos ou mentais e precisam se resguardar, seja com uma licença médica ou então até mesmo com desligamento da empresa, fazendo que todo o investimento já feito no funcionário, como treinamento e capacitação, seja ‘jogado fora’ já que o mesmo não estará mais ligado a empresa. Essa falta de contentamento num ambiente corporativo é de extremo prejuizo para uma organizaçao que perde produtividade e influencia de maneira pessimista nos lucros da empresa.

Nessa conjuntura pessimista sobre as organizações e suas atividades, é preciso também enxergar o que de positivo algumas empresas oferecem a seus funcionários e a sociedade, que mesmo estando inseridas no ‘capitalismo selvagem’ conseguem traçar objetivos que podem colaborar com o meio que impactam.

As chamadas empresas humanizadas tem como diferencial adotar critérios sustentáveis em sua gestão, apresentando desde políticas sustentáveis de gestão ambiental na área da qualidade, recursos humanos, no relacionamento com seus clientes, funcionários e fornecedores. Elas não só preocupam com a maximizaçao de seus lucros, mas estão atentas também  com o bem estar de seus funcionários, prezm pela ética e buscam oferecer benefícios a seus colaboradores. Com isso, as organizações humanizadas concretizam o ‘sonho’de um ambiente de trabalho mais flexível, sendo assim mais satisfatétio e menos exaustivo. Aliando o bem estar comum: boas condiçoes de trabalho, valorizando seus recursos humanos e dessa forma elevando o nivel de satisfaçao dos colaboradores, tendo como resultado o aumento produtividade.

Causando o menor prejuizo possivel no meio ambiente, com acoes que utilizam fontes de energia renováveis , preocupar na realização da coleta seletiva para reciclagem do lixo, adoção de programas de qualidade como o 5S, com sensos como limpeza, organização e seleção, financiamento de projetos de sustentabilidade como educação de crianças e jovens quanto a questões relacionadas a preservação do meio ambiente, praticar  o reflorestamento em regiões devastadas, associam-se a organizações de proteção ambiental como a WWF - World Wildlife Fund” são algumas das açoes realizadas  por empresas humanizadas na área ambiental.  

Observando essas açoes é impossivel não perceber o paradoxo existente nas empresas humanizadas e as não-humanizadas: sempre haverá empresas que não buscam esse bem estar conjunto, porém diversas empresas perceberam a necessidade urgente de mudança em seus princípios e na sua forma de pensar, que além de colaborar com a sociedade, se  se tornaram um fator de diferenciação no ambiente de negócios e muitas vezes são vistas com vantagem perante seus concorrentes e também não perdem a competitividade de mercado.


Texto: Caio Cesar

Fonte: VERGARA, Sylvia Constant. Empresa Humanizada: a organização necessária e possível. Rae - Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 2, n. 41, p.20-30, 01 abr. 2001. Trimestral.

Maria Clara Alcântara